A Fábrica de Imagens

O Cinema como Arte Plástica e Rítmica
 
 
Novas Edições Acadêmicas (Verlag)
  • erschienen am 26. Juli 2018
 
  • Buch
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  • Softcover
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  • 280 Seiten
978-613-9-63444-6 (ISBN)
 
Porque nos referimos ao Cinema como a «Sétima Arte»? A designação surge com Ricciotto Canudo, um dos percursores da teoria e da crítica cinematográficas. O autor defende que a especificidade do Cinema reside na sua capacidade de síntese entre as Artes do Espaço ou Plásticas (a Arquitectura e os seus complementos, a Pintura e a Escultura) e as Artes do Tempo ou Rítmicas (a Música, por sua vez complementada pela Dança e pela Poesia). Mas o contributo de Canudo não se limita ao "Manifesto das Sete Artes": procura definir as propriedades do Cinema, conferindo-lhe um carácter estético, e reconhece-o enquanto linguagem, capaz de renovar, transformar e difundir as outras Artes, num projecto de Arte Total. Nesse sentido, procura-se também observar o legado da Teoria das Sete Artes no panorama cinematográfico contemporâneo, reiterando a manutenção da pertinência de alguns dos seus vestígios que ainda hoje continuam a contribuir activamente para a forma como se pensa e teoriza o Cinema.
  • Höhe: 220 mm
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  • Breite: 150 mm
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  • Dicke: 17 mm
  • 433 gr
978-613-9-63444-6 (9786139634446)
Helena Brandão é licenciada em Ciências da Comunicação pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa (1998). Concluiu o Mestrado em Estética e Filosofia da Arte, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2008). Está actualmente a desenvolver a sua tese de Doutoramento na mesma Faculdade.

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